Alunos do ProfiTec conhecem práticas laboratoriais de monitoramento da água em visita ao LAQUA/SENAI


Por em 13 de janeiro de 2026



Estudantes do Curso Superior de Tecnologia em Geoprocessamento, ofertado pela Universidade Estadual do Maranhã(Uema), por meio do Programa de Formação Profissional Tecnológica(ProfiTec), participaram, no último sábado(10), de uma visita técnica ao Laboratório de Qualidade de Água (LAQUA) do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em Balsas.

A atividade integrou os conteúdos da disciplina Gestão Ambiental, ministrada pela professora Leandra Matos Barrozo, com o objetivo aproximar os alunos das práticas laboratoriais relacionadas à análise e ao monitoramento da qualidade da água.

Durante a visita, a turma foi recebida pelo professor Rayone Wesly Santos de Oliveira e pelo responsável técnico do laboratório, Warley Morais Martins, que apresentaram a estrutura do LAQUA, os equipamentos disponíveis, os protocolos adotados e a rotina de análises realizadas no espaço, reconhecido por atuar em ensaios físico-químicos e microbiológicos da água.

Os estudantes puderam acompanhar testes de condutividade elétrica, salinidade e turbidez, compreendendo o significado desses parâmetros e sua relação direta com as condições ambientais dos corpos hídricos.

Para a professora Leandra, a vivência no laboratório reforçou a importância do tema qualidade da água no contexto da disciplina de Gestão Ambiental, especialmente por se tratar de um recurso essencial para a saúde humana, para o equilíbrio dos ecossistemas e para o desenvolvimento de atividades produtivas.

“O contato com as análises permitiu aos alunos refletirem sobre os impactos ambientais e a necessidade de práticas responsáveis na gestão dos recursos hídricos. Para os estudantes de Geoprocessamento, a visita também evidenciou como os dados gerados em laboratório podem ser integrados a mapas, sistemas de informação geográfica e análises espaciais, auxiliando diagnósticos ambientais, o planejamento territorial e o monitoramento de áreas sensíveis”, explicou.

Por Débora Souza



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