Estudantes de Redes de Computadores promovem educação digital de comunidades da cidade de Coroatá

Ontem(3), no Campus Coroatá da Universidade Estadual do Maranhão(Uema) os estudantes da escola municipal Maçaranduba I,  Anexo Marajá, iniciaram as aulas do curso de Informática Básica, ministrado por estudantes do curso tecnólogo em Redes de Computadores, do Programa de Formação Profissional Tecnológica(ProfiTec).

O curso faz parte das atividades do projeto de extensão “Capacitação em Informática Básica – promovendo a inclusão digital de comunidades de baixa renda no município de Coroatá-MA” e os estudantes Milton Rodrigues, Francivaldo Reis e Higo Nunes, sob orientação do professor José Pinheiro de Moura, atuam como bolsistas no projeto.

A intenção do projeto é proporcionar às comunidades carentes a chance de adquirir habilidades na área de informática, promovendo a inclusão digital e ajudando os participantes a ampliarem sua capacidade educacional e profissional.

Dessa forma, os bolsistas são os instrutores que ensinam o básico sobre aplicativos e ferramentas relacionadas à informática, tais como: digitação, uso de aplicativos de texto, planilhas e navegação na internet.

Durante 3 meses, os 16 adolescentes que estão no 8º ano do Ensino Fundamental terão aulas de informática básica por meio dessa iniciativa.

Para o extensionista Milton Rodrigues, participar do projeto como instrutor tem sido uma oportunidade gratificante, pois está contribuindo para o desenvolvimento de outros jovens.

“Acredito que é uma grande oportunidade trazer esses alunos para conhecer a universidade, pois, de algum modo, estamos impulsionando o desejo deles de ingressar neste ambiente. A procura por esse curso de informática básica foi alta e já estamos pensando em criar mais uma turma para adultos. Também posso destacar que a minha vivência como instrutor do curso está sendo muito gratificante porque estou podendo compartilhar um pouco do conhecimento que adquiri na Uema, por meio do ProfiTec, além de ser um impulso para que eu possa chegar mais longe na minha carreira acadêmica”, comentou.

 

Por Débora Souza

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